27 de julho de 2012 •

Prólogo de O Príncipe dos Deuses


Oie gente!!
Como vocês sabem, eu estou organizando o Book Tour do primeiro livro da Trilogia Annástria, O Príncipe dos Deuses.
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O pessoal está se inscrevendo bastante, e caso vocês ainda tenham dúvidas sobre o livro ( que por sinal só li resenhas maravilhosas), eu decidi colocar aqui para vocês o prólogo, só para deixar vocês com um gostinho de quero mais!
Prólogo…


Jamais pensei que algum dia eu fosse me apaixonar. Costumava pensar que o amor era para os fracos. Como posso amar? Não posso deixar minhas emoções aflorarem em minha alma! Ou não podia… Agora já não tenho tanta certeza. Não sei muito bem como os humanos encaram o Amor…
Alguns dizem que, quando se ama, não há explicações, ou razões, para amar certa pessoa em questão. Desde que nasci… meu destino estava selado. Será que o Amor também estava marcado em meu destino?
Tenho certeza que não! Cai em destruição ao beijar os lábios daquele garoto lindo e sedutor. Não, ele não era humano, nem mesmo um elfo, ou um anjo. Ele era uma alma corrompida, atormentada. No fundo, eu queria, e ainda quero acreditar, que há uma gota de bondade no sangue do meu amado. Impossível uma voz de rouxinol ser serva de um dono
tão perverso.
Quando estou com ele, posso jurar pela minha vida, ele não é mal. Se os atos que ele fez não o comprometessem tanto…
Ah, droga! E o que sei sobre o Amor? Meu corpo passou boa parte da vida adormecido, enquanto a minha alma era doutrinada…
O que eu estou dizendo? Amar me deixou completamente louca.
E agora… estou completamente apaixonada pelo inimigo do meu melhor amigo. Estou perdidamente apaixonada pelo filho da inimiga da minha deusa e do meu deus. Sinto que perdi a minha alma para a própria Satine! Oh, deuses! Não consigo parar de pensar naqueles olhos lindos, ou na delicadeza que ele me abraça e sussurra meu nome.
Foi maravilhoso, quando, pela primeira vez, Willian disse “Eu te amo” e me beijou.
Meu coração saltava inquieto, tão forte e desesperado como se a vida inteira estivesse esperando por aquele momento. Minha mente estava perdida em meio as doces palavras que ele sussurrava poeticamente em meus ouvidos. Meu corpo todo tremia e ao mesmo tempo permanecia imóvel e frágil. Minhas mãos estavam frias, meu rosto ardia, rubro de euforia. Por um momento mágico, eu me esqueci de como se respira ou de como se fala. A noite não estava muito quente, mas eu sentia meu corpo arder de desejo. Eu ansiava ser tocada por ele. Era tudo que eu mais desejava. Apenas uma leve carícia em meu rosto e eu já esquecia do mundo a minha volta.
Nem sei quanto tempo ficamos deitados juntos naquela noite estrelada.
Tudo parecia perfeito como um sonho. Como sou tola… Esse Amor era “maravilhoso” demais para ser verdade! O preço é muito alto, praticamente impossível de se pagar. Eu me odeio por me apaixonar por alguém que me é proibido!
Por que tem que ser sempre assim? Por que tem que haver romances lindos e impossíveis?
Tudo sempre tem dois lados, bom e mal… Não aguento mais isso!
O mundo é tão dual, tão mesquinho… Não se pode ter nada de bom, sem pagar um alto preço.
Esse Amor me mostrou que os humanos, entre outras criaturas talvez, possuam mais máscaras do que eu imaginava!
Ninguém é totalmente bom ou totalmente mal. Tudo depende do momento. Será que os ideais de Amor, Lealdade e Honra sobreviverão antes que o mundo acabe? O “príncipe encantado” da Idade Média existe somente nas histórias? Ele nunca erra? Duvido que exista alguém assim tão íntegro…
Eu conheço um príncipe. O príncipe de Annástria.
Se algum dia você olhar para ele, ou até mesmo para mim, garanto que vai jurar que eu e ele somos os ideais encarnados de perfeição, honra e glória.
Lamento muito… Eu não sou assim tão perfeita.
Não se iluda com a minha beleza, muito menos com o meu corpo.

Ass. Impar

Gente *.*
Sério que vocês vão perder a chance? Não né?
Então corre que ainda dá tempo de se inscrever!
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